Gleisi apresentou uma denúncia alegando que Filipe Barros fez uso de quatro anúncios impulsionados nas redes sociais. Esses anúncios continham vídeos com adjetivações pejorativas e críticas desfavoráveis, especialmente relacionadas à ausência da deputada em um debate eleitoral.
A situação gerou a aplicação de uma multa a Filipe Barros, que foi penalizado por veicular esse tipo de conteúdo negativo. A prática de propaganda negativa nas redes sociais tem sido um tema recorrente nas discussões sobre ética e transparência nas campanhas eleitorais.
A penalização ocorre em um contexto onde as redes sociais desempenham um papel cada vez mais significativo nas estratégias de comunicação política. A utilização de anúncios impulsionados para disseminar informações, sejam elas positivas ou negativas, levanta questões sobre a responsabilidade dos candidatos e a veracidade das informações veiculadas.
A ação de Gleisi destaca a importância de um debate ético sobre a propaganda política, especialmente em períodos eleitorais, onde a concorrência acirrada pode levar a práticas consideradas inadequadas. A multa imposta a Filipe Barros pode servir como um alerta para outros candidatos sobre os limites da propaganda negativa.
Essa situação reforça a necessidade de regulamentações mais claras sobre o uso de redes sociais em campanhas eleitorais, visando garantir um ambiente mais justo e transparente para todos os candidatos e eleitores envolvidos no processo.





